PARADA CARDIORESPIRATÓRIA (assistolia)
BICARBONATO DE SÓDIO 8,4% (1ml = 1mEq)
40 a 80ml EV, embolo
40 a 50ml EV, de 10/10 minutos.
ADRENALINA 1ml EV (ou SC).
CLORETO DE CÁLCIO 10% 5ml EV.
ATROPINA 1mg (2ml) EV (pode ser repetido).
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terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Parassonias
PARASSONIAS (adultos)
situação clínica primeira escolha segunda escolha
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
SONAMBULISMO diazepam 2 a 10mg paroxetina 20 a 30mg
alprazolam 0,5 a 1mg
clonazepam 0,5 a 2mg
flurazepam 15 a 30mg
.............................................................................................................................
TERROR NOTURNO diazepam 2 a 10mg imipramina 25 a 75mg
clonazepam 0,5 a2mg paroxetina 20 a 30mg
.............................................................................................................................
PÂNICO ASSOC. ao SONO imipramina 25 a 75mg fluoxetina 5 a 40mg
clomipramina 25 a 75mg
fenelzina 45 a 60mg
alprazolam 0,5 a 1mg
clonazepam 0,5 a 2mg
.............................................................................................................................
DIST. COMPORT. do SONO clonazepam 0,5 a 2mg desipramina 100 a 250mg
REM clonidina 2 a 5µg/kg/dia
carbamazepina 200 a 800mg
levodopa/carbidopa 25/100mg
situação clínica primeira escolha segunda escolha
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
SONAMBULISMO diazepam 2 a 10mg paroxetina 20 a 30mg
alprazolam 0,5 a 1mg
clonazepam 0,5 a 2mg
flurazepam 15 a 30mg
.............................................................................................................................
TERROR NOTURNO diazepam 2 a 10mg imipramina 25 a 75mg
clonazepam 0,5 a2mg paroxetina 20 a 30mg
.............................................................................................................................
PÂNICO ASSOC. ao SONO imipramina 25 a 75mg fluoxetina 5 a 40mg
clomipramina 25 a 75mg
fenelzina 45 a 60mg
alprazolam 0,5 a 1mg
clonazepam 0,5 a 2mg
.............................................................................................................................
DIST. COMPORT. do SONO clonazepam 0,5 a 2mg desipramina 100 a 250mg
REM clonidina 2 a 5µg/kg/dia
carbamazepina 200 a 800mg
levodopa/carbidopa 25/100mg
Marcadores:
farmacologia,
medicamentos,
parassonia
Doença de Parkinson
PARKINSON
ASSOCIAÇÃO BRASIL PARKINSON
Avenida Bosque da Saúde, 1155 Internet: www.parkinson.org.br
SÃO PAULO - SP E-Mail: asparkin@netway.com.br
04142-092
ASSOC. MUNDIAL da DOENÇA de PARKINSON
Tel/Fax: (011) 578-8177, 5585-1872 Internet: www.wpda.org (WPDA)
Dr. Wagner Horta (consultor da Associação Parkinson Ceará) whorta@secrel.com.br
BROMOCRIPTINA (Parlodel SRO)
[comprimidos de 2,5 e 5mg]
ação: dopaminérgico, inibidor da prolactina.
dose: 1,25 a 40mg/dia. Aumentos semanais se necessário. Tomar preferencialmente após as refeições.
(15 a 20mg/dia no Parkinson)
efeitos adversos:
- náuseas, vômitos, fadiga, tontura, sonolência, cefaléia, hipotensão ortostática, confusão mental, excitação psicomotora, alucinações, constipação, boca seca, cãibras, hipotermia nas mãos e pés.
- na terapia prolongada pode ocorrer derrame pleural e fibrose retroperitoneal.
observações:
- interage com eritromicina e josamicina. Ocorre aumento dos níveis séricos da bromocriptina.
- não usar com alcalóides do Ergot.
PERGOLIDE (Celance)
[comprimidos de 0,05mg; 0,25mg e 1mg]
ação: agonista dopaminérgico (como a bromocriptina); usada no início do tratamento do M. de Parkinson
dose: 1 a 2mg/dia; ÷ em 3x/dia.
efeitos adversos:
- náuseas, tontura, sonolência, hipotensão ortostática, confusão mental, excitação psicomotora, alucinações, delírios, discinesias, constipação, boca seca, cãibras, hipotermia nas mãos e pés.
- raramente podem ocorrer situações mais graves como edema nos MsIs, fenômeno de Raynaud.
- na terapia prolongada pode ocorrer derrame pleural e fibrose retroperitoneal e pleuropulmonar.
PRAMIPEXOL (Mirapex)
[comprimidos de 0,125mg; 0,25mg e 1,0mg]
ação:
- dopaminérgico. Agonista pré e pós sináptico dos receptores D2 e D3 da dopamina.
- efetivo na forma de monoterapia nas fases iniciais do Mal de Parkinson. Pode postergar o uso da Levodopa.
dose:
- iniciar com 0,125mg 3x/dia.
(maiores detalhes ver PRAMIPEXOL em "medicamentos")
TRIHEXIFENIDIL (Artane) [receituário B]
[comprimidos de 2 e 5mg]
anticolinérgico.
2mg, 3 vezes por dia, até 10mg/dia (ou 20mg)
BIPERIDENO (Akineton)
[comprimidos de 2mg e drágeas (retard) de 4mg; ampolas de 5mg/ml]
ação: anticolinérgico.
dose: 1mg, 3 vezes por dia até 16mg/dia (ou 20mg).
efeitos adversos:
- boca seca, sonolência, euforia, retenção urinária, hipotensão.
- cuidado com o glaucoma.
AMANTADINA (Mantidan)
ação: dopaminérgico, reduz a discinesia induzida pela L-Dopa
dose: (ver MEDICAMENTOS)
DIFENIDRAMINA (Benadryl)
[líquido]
antihistamínico.
25mg, 3 vezes por dia até 50mg, 4 vezes por dia. (maiores detalhes ver Benadryl em "medicamentos")
IMIPRAMINA [comp. de 10mg] e AMITRIPTILINA [comp. de 25mg]
- dopaminérgicos (aumentam o tempo de permanência da dopamina na fenda sináptica).
- anticolinérgicos.
- usados para acinesias, rigidez e sintomas depressivos.
- 1 comprimido, 3 a 4 vezes por dia (um ou outro).
CARBIDOPA + LEVODOPA (Siemet, Cronomet, Levocarb)
[comprimidos de 25 / 250mg]
iniciar com 10 / 100mg, 3 vezes por dia.
aumentar a cada 3 dias.
melhora a partir de 50 / 500mg.
melhor efeito a partir de 70 / 700 a 100 / 1000mg.
melhor dividir a dose diária em 4 vezes por dia.
os efeitos adversos são movimentos involuntários.
LEVODOPA / BENSERAZIDA (Prolopa)
[comprimidos de 200 / 50mg]
- efeito semelhante ao Sinemet.
- iniciar com ¼ de comprimido, 3 a 4 vezes por dia.
- a dose eficaz será alcançada a partir de 400 / 100 - 800 / 200mg por dia.
-é essencial dividir a dose diária em pelo menos 3 tomadas.
-não deve ser usado em pacientes com insuficiência renal, insuficiência hepática, insuficiência cardíaca e insuficiência endócrina grave. Não usar nas psicoses e em menores de 25 anos. Não usar em grávidas e pacientes com história pregressa de melanoma maligno.
- cuidado em pacientes com história de IAM, IC, arritmias, úlceras pépticas e osteomalácia.
interromper a medicação 12 a 48 horas antes de cirurgia com anestesia geral. (evitar ciclopropano e halotano).
os neurolépticos antagonizam a ação da Prolopa.
como efeitos adversos podem ocorrer: anorexia, náuseas e vômitos. Mas são efeitos raros.
CLOZAPINA (Leponex) usado para melhorar psicose induzida por drogas antiparkinsonianas
[comprimidos de 25 e 100mg]
dibenzodiazepínico tricíclico, com possível ação anti-discinética no Parkinson (porém muitas vezes sem efeito).
- usado para melhorar o quadro psicótico induzido por drogas antiparkinsonianas (dose média de 50mg/dia ou menos; sempre 2 x/dia)
ENTACAPONE (Comtan)
[comprimidos de 200mg]
ação: coadjuvante no tratamento com a levodopa/benserazida (Prolopa) (aumenta a biodisponibilidade)
dose: junto com a Prolopa (dose máxima recomendada é de 200mg 10 x/dia)
FÁRMACOS A SEREM EVITADOS NO PARKINSON
(principais fármacos com ação antidopaminérgica)
- alfa-metildopa, amlodipina, amiodarona, captopril, clorpromazina, levomepromazina, cinarizina, flunarizina, cimetidina, diltiazem, haloperidol, lítio, meperidina, metoclopramida, periciazina, pimozide, sulpirida, verapamil, veraliprida (hormônio usado nas terapias de reposição hormonal), lovastatina.
PERÍMETRO CEFÁLICO (Índice cefálico)
distância BA ÷ distância AP = 0,91 a 0,95 (0,88416 a 1,0)
PESO (Índice de Massa Corpórea)
IMC = peso (kg) ÷ altura² (m)
peso normal: 20 - 24,9
sobrepeso: 25 - 29,9
obeso: 30 - 39,9
obeso mórbido: 40 ou mais
ASSOCIAÇÃO BRASIL PARKINSON
Avenida Bosque da Saúde, 1155 Internet: www.parkinson.org.br
SÃO PAULO - SP E-Mail: asparkin@netway.com.br
04142-092
ASSOC. MUNDIAL da DOENÇA de PARKINSON
Tel/Fax: (011) 578-8177, 5585-1872 Internet: www.wpda.org (WPDA)
Dr. Wagner Horta (consultor da Associação Parkinson Ceará) whorta@secrel.com.br
BROMOCRIPTINA (Parlodel SRO)
[comprimidos de 2,5 e 5mg]
ação: dopaminérgico, inibidor da prolactina.
dose: 1,25 a 40mg/dia. Aumentos semanais se necessário. Tomar preferencialmente após as refeições.
(15 a 20mg/dia no Parkinson)
efeitos adversos:
- náuseas, vômitos, fadiga, tontura, sonolência, cefaléia, hipotensão ortostática, confusão mental, excitação psicomotora, alucinações, constipação, boca seca, cãibras, hipotermia nas mãos e pés.
- na terapia prolongada pode ocorrer derrame pleural e fibrose retroperitoneal.
observações:
- interage com eritromicina e josamicina. Ocorre aumento dos níveis séricos da bromocriptina.
- não usar com alcalóides do Ergot.
PERGOLIDE (Celance)
[comprimidos de 0,05mg; 0,25mg e 1mg]
ação: agonista dopaminérgico (como a bromocriptina); usada no início do tratamento do M. de Parkinson
dose: 1 a 2mg/dia; ÷ em 3x/dia.
efeitos adversos:
- náuseas, tontura, sonolência, hipotensão ortostática, confusão mental, excitação psicomotora, alucinações, delírios, discinesias, constipação, boca seca, cãibras, hipotermia nas mãos e pés.
- raramente podem ocorrer situações mais graves como edema nos MsIs, fenômeno de Raynaud.
- na terapia prolongada pode ocorrer derrame pleural e fibrose retroperitoneal e pleuropulmonar.
PRAMIPEXOL (Mirapex)
[comprimidos de 0,125mg; 0,25mg e 1,0mg]
ação:
- dopaminérgico. Agonista pré e pós sináptico dos receptores D2 e D3 da dopamina.
- efetivo na forma de monoterapia nas fases iniciais do Mal de Parkinson. Pode postergar o uso da Levodopa.
dose:
- iniciar com 0,125mg 3x/dia.
(maiores detalhes ver PRAMIPEXOL em "medicamentos")
TRIHEXIFENIDIL (Artane) [receituário B]
[comprimidos de 2 e 5mg]
anticolinérgico.
2mg, 3 vezes por dia, até 10mg/dia (ou 20mg)
BIPERIDENO (Akineton)
[comprimidos de 2mg e drágeas (retard) de 4mg; ampolas de 5mg/ml]
ação: anticolinérgico.
dose: 1mg, 3 vezes por dia até 16mg/dia (ou 20mg).
efeitos adversos:
- boca seca, sonolência, euforia, retenção urinária, hipotensão.
- cuidado com o glaucoma.
AMANTADINA (Mantidan)
ação: dopaminérgico, reduz a discinesia induzida pela L-Dopa
dose: (ver MEDICAMENTOS)
DIFENIDRAMINA (Benadryl)
[líquido]
antihistamínico.
25mg, 3 vezes por dia até 50mg, 4 vezes por dia. (maiores detalhes ver Benadryl em "medicamentos")
IMIPRAMINA [comp. de 10mg] e AMITRIPTILINA [comp. de 25mg]
- dopaminérgicos (aumentam o tempo de permanência da dopamina na fenda sináptica).
- anticolinérgicos.
- usados para acinesias, rigidez e sintomas depressivos.
- 1 comprimido, 3 a 4 vezes por dia (um ou outro).
CARBIDOPA + LEVODOPA (Siemet, Cronomet, Levocarb)
[comprimidos de 25 / 250mg]
iniciar com 10 / 100mg, 3 vezes por dia.
aumentar a cada 3 dias.
melhora a partir de 50 / 500mg.
melhor efeito a partir de 70 / 700 a 100 / 1000mg.
melhor dividir a dose diária em 4 vezes por dia.
os efeitos adversos são movimentos involuntários.
LEVODOPA / BENSERAZIDA (Prolopa)
[comprimidos de 200 / 50mg]
- efeito semelhante ao Sinemet.
- iniciar com ¼ de comprimido, 3 a 4 vezes por dia.
- a dose eficaz será alcançada a partir de 400 / 100 - 800 / 200mg por dia.
-é essencial dividir a dose diária em pelo menos 3 tomadas.
-não deve ser usado em pacientes com insuficiência renal, insuficiência hepática, insuficiência cardíaca e insuficiência endócrina grave. Não usar nas psicoses e em menores de 25 anos. Não usar em grávidas e pacientes com história pregressa de melanoma maligno.
- cuidado em pacientes com história de IAM, IC, arritmias, úlceras pépticas e osteomalácia.
interromper a medicação 12 a 48 horas antes de cirurgia com anestesia geral. (evitar ciclopropano e halotano).
os neurolépticos antagonizam a ação da Prolopa.
como efeitos adversos podem ocorrer: anorexia, náuseas e vômitos. Mas são efeitos raros.
CLOZAPINA (Leponex) usado para melhorar psicose induzida por drogas antiparkinsonianas
[comprimidos de 25 e 100mg]
dibenzodiazepínico tricíclico, com possível ação anti-discinética no Parkinson (porém muitas vezes sem efeito).
- usado para melhorar o quadro psicótico induzido por drogas antiparkinsonianas (dose média de 50mg/dia ou menos; sempre 2 x/dia)
ENTACAPONE (Comtan)
[comprimidos de 200mg]
ação: coadjuvante no tratamento com a levodopa/benserazida (Prolopa) (aumenta a biodisponibilidade)
dose: junto com a Prolopa (dose máxima recomendada é de 200mg 10 x/dia)
FÁRMACOS A SEREM EVITADOS NO PARKINSON
(principais fármacos com ação antidopaminérgica)
- alfa-metildopa, amlodipina, amiodarona, captopril, clorpromazina, levomepromazina, cinarizina, flunarizina, cimetidina, diltiazem, haloperidol, lítio, meperidina, metoclopramida, periciazina, pimozide, sulpirida, verapamil, veraliprida (hormônio usado nas terapias de reposição hormonal), lovastatina.
PERÍMETRO CEFÁLICO (Índice cefálico)
distância BA ÷ distância AP = 0,91 a 0,95 (0,88416 a 1,0)
PESO (Índice de Massa Corpórea)
IMC = peso (kg) ÷ altura² (m)
peso normal: 20 - 24,9
sobrepeso: 25 - 29,9
obeso: 30 - 39,9
obeso mórbido: 40 ou mais
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Doença de Parkinson,
farmacologia,
medicamentos
Politraumatizado
POLITRAUMATIZADO
a) - Manter vias aéreas desobstruídas e colocar colar cervical apropriado. Manter sempre o paciente deitado em decúbito horizontal, na prancha longa e rígida.
b) - Manter uma troca adequada de gases. Verificar pneumotórax hipertensivo, tórax instável, contusão pulmonar, hemotórax maciço e pneumotórax aberto. Tratá-los de imediato.
c) - Controlar a hemorragia para prevenir ou coibir o choque. Colher sangue para exames. Obter 2 vias de acesso venoso com Abocath 14. Utilizar sempre soro aquecido a 39°C (de preferência RINGER).
d) - Avaliação neurológica rápida [com Escala de Glasgow ou AVDI - (A) alerta, (V) resposta ao estímulo verbal, (D) responde à dor, (I) paciente inconsciente]
e) - Exposição do paciente para verificação de lesões (lembrando sempre que o paciente só pode ser mobilizado em bloco). Controlar hipotermia.
MEDIDAS AUXILIARES
1) - monitorização cardíaca (em todos).
2) - "dedos e tubos em todos os orifícios"
- SNG
-Sonda vesical Foley (só colocar após toque retal)
contra indicações:
* uretrorragia
* hematoma perineal
* toque retal com próstata móvel; ou alta; ou solta na barriga
* toque retal com sangue na luva
* bacia instável
* desejo de urinar sendo saciado, mas não havendo eliminação da urina pela uretra.
3) - Raio X cervical (PA/P); Raio X de Tórax (PA); Raio X de Bacia (PA); e qualquer outra parte suspeita de fratura.
4) - US de abdomen se possível.
5) - Hb/Ht/Amilase/Urina I
a) - Manter vias aéreas desobstruídas e colocar colar cervical apropriado. Manter sempre o paciente deitado em decúbito horizontal, na prancha longa e rígida.
b) - Manter uma troca adequada de gases. Verificar pneumotórax hipertensivo, tórax instável, contusão pulmonar, hemotórax maciço e pneumotórax aberto. Tratá-los de imediato.
c) - Controlar a hemorragia para prevenir ou coibir o choque. Colher sangue para exames. Obter 2 vias de acesso venoso com Abocath 14. Utilizar sempre soro aquecido a 39°C (de preferência RINGER).
d) - Avaliação neurológica rápida [com Escala de Glasgow ou AVDI - (A) alerta, (V) resposta ao estímulo verbal, (D) responde à dor, (I) paciente inconsciente]
e) - Exposição do paciente para verificação de lesões (lembrando sempre que o paciente só pode ser mobilizado em bloco). Controlar hipotermia.
MEDIDAS AUXILIARES
1) - monitorização cardíaca (em todos).
2) - "dedos e tubos em todos os orifícios"
- SNG
-Sonda vesical Foley (só colocar após toque retal)
contra indicações:
* uretrorragia
* hematoma perineal
* toque retal com próstata móvel; ou alta; ou solta na barriga
* toque retal com sangue na luva
* bacia instável
* desejo de urinar sendo saciado, mas não havendo eliminação da urina pela uretra.
3) - Raio X cervical (PA/P); Raio X de Tórax (PA); Raio X de Bacia (PA); e qualquer outra parte suspeita de fratura.
4) - US de abdomen se possível.
5) - Hb/Ht/Amilase/Urina I
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Politraumatizado
Porfiria
PORFIRIA AGUDA INTERMITENTE
- As porfirias correspondem a um grupo de erros inatos do metabolismo, causado por mutações em genes que codificam várias enzimas da via biossintética do heme.
- A principais manifestações clínicas das porfirias hepáticas são crises dolorosas, geralmente abdominais e alterações neurológicas, como neuropatia periférica e distúrbios mentais. Na forma eritopoética da porfiria a fotossensibilidade cutânea é a manifestação mais freqüente.
EXAME: dosar coproporfirina urinária (normal até 150mg/l)
TRATAMENTO:
- dieta rica em carboidrato (pelo menos 450g/dia)
- controlar dor, náuseas e vômitos com fenotiazínicos (devido a sua ação sobre o sistema nervoso autônomo). Usar opióides para dores moderadas e severas.
- para crises convulsivas usar sulfato de magnésio.
FÁRMACOS INSEGUROS_______________________ _FÁRMACOS SEGUROS ________
Barbitúricos Analgésicos narcóticos
Sulfas AAS
Fenitoína Paracetamol
Carbamazepina Fenotiazinas
Clonazepam Penicilinas e derivados
Ácido Valpróico Estreptomicina
Metoclopramida Corticóides
Rifampicina Insulina
Pirazinamida Atropina
Diclofenaco Cimetidina
Progesterona e progestágenos sintéticos Ranitidina
Danazol Estrógenos (?)
Álcool Digoxina
Ergotamina Aminoglicosídeos
Dipirona Quemicetina
Estrógenos Benzodiazepínicos
Difenidramina
- As porfirias correspondem a um grupo de erros inatos do metabolismo, causado por mutações em genes que codificam várias enzimas da via biossintética do heme.
- A principais manifestações clínicas das porfirias hepáticas são crises dolorosas, geralmente abdominais e alterações neurológicas, como neuropatia periférica e distúrbios mentais. Na forma eritopoética da porfiria a fotossensibilidade cutânea é a manifestação mais freqüente.
EXAME: dosar coproporfirina urinária (normal até 150mg/l)
TRATAMENTO:
- dieta rica em carboidrato (pelo menos 450g/dia)
- controlar dor, náuseas e vômitos com fenotiazínicos (devido a sua ação sobre o sistema nervoso autônomo). Usar opióides para dores moderadas e severas.
- para crises convulsivas usar sulfato de magnésio.
FÁRMACOS INSEGUROS_______________________ _FÁRMACOS SEGUROS ________
Barbitúricos Analgésicos narcóticos
Sulfas AAS
Fenitoína Paracetamol
Carbamazepina Fenotiazinas
Clonazepam Penicilinas e derivados
Ácido Valpróico Estreptomicina
Metoclopramida Corticóides
Rifampicina Insulina
Pirazinamida Atropina
Diclofenaco Cimetidina
Progesterona e progestágenos sintéticos Ranitidina
Danazol Estrógenos (?)
Álcool Digoxina
Ergotamina Aminoglicosídeos
Dipirona Quemicetina
Estrógenos Benzodiazepínicos
Difenidramina
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Queimadura
QUEIMADURAS
PICRATO DE BUTAMBENO (Picrato de Butesin)
[ungüento - bisnaga]
ação: analgésico e anestésico.
uso:
- aplicar fina camada sobre o local.
- cobrir com uma leve bandagem para proteger as roupas de possíveis manchas.
observações:
- mancha o cabelo e outras fibras animais (lã e seda).
- não aplicar sobre extensas áreas do corpo.
- pouco solúvel em água. (daí não ser absorvido pela pele).
CLAMINA (Caladryl, Calamina Composta)
[creme e líquido: difenidramina, calamina, cânfora ou óxido de zinco]
ação: queimaduras solares e antialérgico tópico.
PICRATO DE BUTAMBENO (Picrato de Butesin)
[ungüento - bisnaga]
ação: analgésico e anestésico.
uso:
- aplicar fina camada sobre o local.
- cobrir com uma leve bandagem para proteger as roupas de possíveis manchas.
observações:
- mancha o cabelo e outras fibras animais (lã e seda).
- não aplicar sobre extensas áreas do corpo.
- pouco solúvel em água. (daí não ser absorvido pela pele).
CLAMINA (Caladryl, Calamina Composta)
[creme e líquido: difenidramina, calamina, cânfora ou óxido de zinco]
ação: queimaduras solares e antialérgico tópico.
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Raiva
RAIVA (Vacina e Soro Anti-rábico)
Risco animal
Alto risco: - morcegos de qualquer espécie (indicação de soro - vacinação, sempre)
- cães e gatos quando em regiões de raiva não controlada.
Baixo risco: ratos, cobaias, hamsters e demais roedores urbanos e coelhos
Circunstâncias da mordedura
Mordedura provocada (causada por animal sadio que se defende): forte razão para dispensa de profilaxia.
Mordedura não provocada (o animal morde sem causa específica): sugere alteração de comportamento do animal e deve ser levado em consideração para tratamento preventivo da vítima.
Observação de cães e gatos
- Manter o animal sob vigilância por 10 dias, observando suas condições de saúde, isto é, se o animal está se alimentando e bebendo normalmente e sem alteração de comportamento.
- Animal que adoecer durante o período de observação com doença incurável ou que manifestar sintoma suspeito de raiva, deve ser humaniatriamente sacrificado e o cérebro examinado por imunofluorescência.
Avaliação da natureza do ferimento
- O vírus rábico não penetra através da pele íntegra. O vírus é introduzido no organismo através da perfuração da pele ou contaminação de feridas abertas ou membranas mucosas (mesmo intactas).
Gravidade da lesão
- São considerados ferimentos graves:
- FACE, CABEÇA, MÃOS e PÉS.
- MÚLTIPLOS.
- PUNCTIFORMES e/ou PROFUNDOS.
- LAMBEDURA DE MUCOSAS.
Conduta em relação aos ferimentos
- Lavagem abundante do ferimento com água corrente, sabão ou outros detergentes. Após a lavagem, usar antissépticos (como álcool, PVP. iodo), pois inativam o vírus rábico.
- Providenciar profilaxia do Tétano.
- A sutura das lesões pode promover a inoculação mais profunda do vírus. Recomenda-se, para os casos em que houver indicação de sutura e do uso de soro anti-rábico, infiltrar parte da dose do soro emlocais próximos ao ferimento.
VACINAS
- Todas as vacinas contra a raiva de uso humano são inativadas, portanto, não apresentam vírus "vivos".
- A vacina deve ser sempre administrada por via IM, na região do deltóide e, em crianças menores de 2 anos, na região antero-lateral da coxa. [não aplicar vacinas na região glútea,pois sua administração nesta área determina baixos níveis de anticorpos neutralizantes]
- A dose é de 1 ml, independentemente de idade, sexo ou peso. (as vacinas são preparadas sempre para doses individuais)
EFEITOS ADVERSOS
- Reações locais: dor, prurido, eritema, endurecimento no local da aplicação e enfartamento ganglionar satélite.
- Reações gerais: linfadenopatia generalizada, dores musculares e articulares, febre, mal estar geral, cefaléia, insônia, palpitações.
- Reações neurológicas: encefalomielite, mielite, neurite, paralisia ascendente do tipo Landry.
* Os casos de reações gerais e/ou neurológicas devem ser registrados na Ficha de Reações Adversas e notificadas ao CVE, pela via mais rápida, à Divisão de Zoonoses e/ou Divisão de Imunização.
SORO ANTI-RÁBICO
- O soro deve ser administrado em ambiente hospitalar.
- Um teste cutâneo deve ser sempre ser efeutado antes da administração da imunoglobulina anti-rábica de origem animal.
- A imunoglobulina deve ser infiltrada no local do ferimento, tanto quanto a região anatômica o permita. O restante deve ser aplicado por via IM, podendo ser usada a região glútea.
- Quando o volume a ser administrado for grande, pode ser dividido em 2 ou mais injeções aplicadas em locais anatomicamente diferentes. A dose total, contudo, deve ser aplicada, sempre que possível, até o 7° dia do início da vacinação, após o qual o seu emprego não é mais necessário.
APLICAÇÃO
- Nunca aplicar soro e vacina no mesmo membro.
- Verificar se o soro é homólogo (humano) ou heterólogo (camundongo)
- Pesar o paciente sem sapatos e sem roupas pesadas.
- Calcular a dose a ser aplicada:
HOMÓLOGO: 20 UI/kg (150 UI/ml)
HETERÓLOGO: 40 UI/kg (200 UI/ml)
quantidade em "ml" : (peso X 20 ou 40)/ 150 ou 200
- Antes de iniciar o teste, preparar o material para entubação e choque anafilático.
- TESTE: 0,1ml do soro + 0,9ml de AD. Aplicar 0,1ml por via intradérmica. Aguardar 30 minutos.
- Aplicar IM ou SC ao redor da lesão.
TRATAMENTO ANTI-RÁBICO (pós - exposição)
SORO - VACINAÇÃO (esquema 10 + 3)
- Aplicar o soro no dia zero (0), efetuando previamente o teste cutâneo.
- Aplicar 10 doses de vacina em dias consecutivos, iniciando também no dia zero (0); e 3 reforços (10, 20 e 30 dias) após o término da série básica; por via IM na região deltóide e, em crianças menores de 2 anos, na região antero-lateral da coxa.
- Nunca usar a mesma seringa nem a mesma região anatômica para a administraço de soro e vacina.
VACINAÇÃO (esquema 7 + 2)
- Aplicar 7 doses da vacina em dias consecutivos e 2 reforços (10 e 20 dias) após o término da série básica.
- É aconselhável a avaliaço do tratamento por dosagem de anticorpos neutralizantes, 10 dias após a última dose; ou no dia do último reforço; tanto no esquema de vacinação como no de soro-vacinação.
- Em áreas geográficas em que a raiva não estiver controlada, a natureza da lesão for grave e o animal for passível de observação, iniciar 3 doses de vacina em dias alternados, durante o período de avaliação clínica do animal.
ESQUEMA "CÃO e GATO"
Animal sadio: - área de raiva controlada - observar animal por 10 dias
- área de raiva não controlada - lesão leve - observar animal por 10 dias
- lesão grave - iniciar 3 doses da vacina em dias alternnados e observar o animal
Animal desaparecido: - lesão leve - vacinação
- lesão grave - soro - vacinação
Morcego: - soro - vacinação
LABORATÓRIO CREDENCIADO PARA DIAGNÓSTICO DE RAIVA (mais próximo)
BOTUCATU - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - UNESP
Campus de Botucatu
tel.: (014) 921-2121 ramal: 2270
Risco animal
Alto risco: - morcegos de qualquer espécie (indicação de soro - vacinação, sempre)
- cães e gatos quando em regiões de raiva não controlada.
Baixo risco: ratos, cobaias, hamsters e demais roedores urbanos e coelhos
Circunstâncias da mordedura
Mordedura provocada (causada por animal sadio que se defende): forte razão para dispensa de profilaxia.
Mordedura não provocada (o animal morde sem causa específica): sugere alteração de comportamento do animal e deve ser levado em consideração para tratamento preventivo da vítima.
Observação de cães e gatos
- Manter o animal sob vigilância por 10 dias, observando suas condições de saúde, isto é, se o animal está se alimentando e bebendo normalmente e sem alteração de comportamento.
- Animal que adoecer durante o período de observação com doença incurável ou que manifestar sintoma suspeito de raiva, deve ser humaniatriamente sacrificado e o cérebro examinado por imunofluorescência.
Avaliação da natureza do ferimento
- O vírus rábico não penetra através da pele íntegra. O vírus é introduzido no organismo através da perfuração da pele ou contaminação de feridas abertas ou membranas mucosas (mesmo intactas).
Gravidade da lesão
- São considerados ferimentos graves:
- FACE, CABEÇA, MÃOS e PÉS.
- MÚLTIPLOS.
- PUNCTIFORMES e/ou PROFUNDOS.
- LAMBEDURA DE MUCOSAS.
Conduta em relação aos ferimentos
- Lavagem abundante do ferimento com água corrente, sabão ou outros detergentes. Após a lavagem, usar antissépticos (como álcool, PVP. iodo), pois inativam o vírus rábico.
- Providenciar profilaxia do Tétano.
- A sutura das lesões pode promover a inoculação mais profunda do vírus. Recomenda-se, para os casos em que houver indicação de sutura e do uso de soro anti-rábico, infiltrar parte da dose do soro emlocais próximos ao ferimento.
VACINAS
- Todas as vacinas contra a raiva de uso humano são inativadas, portanto, não apresentam vírus "vivos".
- A vacina deve ser sempre administrada por via IM, na região do deltóide e, em crianças menores de 2 anos, na região antero-lateral da coxa. [não aplicar vacinas na região glútea,pois sua administração nesta área determina baixos níveis de anticorpos neutralizantes]
- A dose é de 1 ml, independentemente de idade, sexo ou peso. (as vacinas são preparadas sempre para doses individuais)
EFEITOS ADVERSOS
- Reações locais: dor, prurido, eritema, endurecimento no local da aplicação e enfartamento ganglionar satélite.
- Reações gerais: linfadenopatia generalizada, dores musculares e articulares, febre, mal estar geral, cefaléia, insônia, palpitações.
- Reações neurológicas: encefalomielite, mielite, neurite, paralisia ascendente do tipo Landry.
* Os casos de reações gerais e/ou neurológicas devem ser registrados na Ficha de Reações Adversas e notificadas ao CVE, pela via mais rápida, à Divisão de Zoonoses e/ou Divisão de Imunização.
SORO ANTI-RÁBICO
- O soro deve ser administrado em ambiente hospitalar.
- Um teste cutâneo deve ser sempre ser efeutado antes da administração da imunoglobulina anti-rábica de origem animal.
- A imunoglobulina deve ser infiltrada no local do ferimento, tanto quanto a região anatômica o permita. O restante deve ser aplicado por via IM, podendo ser usada a região glútea.
- Quando o volume a ser administrado for grande, pode ser dividido em 2 ou mais injeções aplicadas em locais anatomicamente diferentes. A dose total, contudo, deve ser aplicada, sempre que possível, até o 7° dia do início da vacinação, após o qual o seu emprego não é mais necessário.
APLICAÇÃO
- Nunca aplicar soro e vacina no mesmo membro.
- Verificar se o soro é homólogo (humano) ou heterólogo (camundongo)
- Pesar o paciente sem sapatos e sem roupas pesadas.
- Calcular a dose a ser aplicada:
HOMÓLOGO: 20 UI/kg (150 UI/ml)
HETERÓLOGO: 40 UI/kg (200 UI/ml)
quantidade em "ml" : (peso X 20 ou 40)/ 150 ou 200
- Antes de iniciar o teste, preparar o material para entubação e choque anafilático.
- TESTE: 0,1ml do soro + 0,9ml de AD. Aplicar 0,1ml por via intradérmica. Aguardar 30 minutos.
- Aplicar IM ou SC ao redor da lesão.
TRATAMENTO ANTI-RÁBICO (pós - exposição)
SORO - VACINAÇÃO (esquema 10 + 3)
- Aplicar o soro no dia zero (0), efetuando previamente o teste cutâneo.
- Aplicar 10 doses de vacina em dias consecutivos, iniciando também no dia zero (0); e 3 reforços (10, 20 e 30 dias) após o término da série básica; por via IM na região deltóide e, em crianças menores de 2 anos, na região antero-lateral da coxa.
- Nunca usar a mesma seringa nem a mesma região anatômica para a administraço de soro e vacina.
VACINAÇÃO (esquema 7 + 2)
- Aplicar 7 doses da vacina em dias consecutivos e 2 reforços (10 e 20 dias) após o término da série básica.
- É aconselhável a avaliaço do tratamento por dosagem de anticorpos neutralizantes, 10 dias após a última dose; ou no dia do último reforço; tanto no esquema de vacinação como no de soro-vacinação.
- Em áreas geográficas em que a raiva não estiver controlada, a natureza da lesão for grave e o animal for passível de observação, iniciar 3 doses de vacina em dias alternados, durante o período de avaliação clínica do animal.
ESQUEMA "CÃO e GATO"
Animal sadio: - área de raiva controlada - observar animal por 10 dias
- área de raiva não controlada - lesão leve - observar animal por 10 dias
- lesão grave - iniciar 3 doses da vacina em dias alternnados e observar o animal
Animal desaparecido: - lesão leve - vacinação
- lesão grave - soro - vacinação
Morcego: - soro - vacinação
LABORATÓRIO CREDENCIADO PARA DIAGNÓSTICO DE RAIVA (mais próximo)
BOTUCATU - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - UNESP
Campus de Botucatu
tel.: (014) 921-2121 ramal: 2270
Marcadores:
farmacologia,
medicamentos,
Raiva
Sífilis
SÍFILIS (neurossífilis)
- Obs: mesmo tratando a Sífilis com Penicilina Benzatina na dose total de 4.800.000 UI, o treponema pode se alojar no SNC, onde a penicilina benzatina pode não alcançar níveis treponemicidas.
Desta forma,quando nos pacientes com sífilis adquirida recente (SAR), principalmente nos co-infectados pelo HIV, houver persistência de alterações no LCR [aumento de celularidade (linfócitos e plasmócitos), aumento de proteínas, prova de Wassermann, VDRL, FTA-ABS, ELISA-IGg, TPHA] após 6 meses do tratamento com penicilina benzatina, é aconselhável a utilização de terapêutica suplementar com drogas que atinjam, no SNC, níveis trponemicidas.
- PENICILINA G CRISTALINA 3 a 4.000.000 UI, EV, 4/4h, por 10 a 14 dias
ou
- PENICILINA G PROCAÍNA 2.400.000 UI, IM, dose única + PROBENECIDA 500mg, VO, 6/6h, por 10 a 14 dias.
- exame clínico e VDRL após 3, 6, 12 e 24 meses de tratamento ( em pacientes HIV+: 3, 6, 9, 12, 18 e 24 meses). Celularidade do LCR a cada 6 meses e VDRL anual por 5 anos.
Esquemas alternativos:
- AMOXICILINA 2g, VO, 8/8 horas + PROBENECIDA 500mg, VO, 6/6 horas; durante 14 dias.
- DOXICILINA 100mg, VO, 12/12h, por 30 dias.
- CLORANFENICOL 2g, EV (500mg 6/6h); ou 500mg VO 6/6h, por 30 dias.
- CEFTRIAXONA 1g, IM por dia; durante 14 dias
SÍFILIS (congênita)
- devem ser dessensibilizados e tratados com penicilina.
- PENICILINA G CRISTALINA 50.000 UI/kg, EV, 12/12h, por 10 a 14 dias
ou
- PENICILINA G PROCAÍNA 50.000 UI/kg, IM, dose única diária, por 10 a 14 dias.
- Obs: mesmo tratando a Sífilis com Penicilina Benzatina na dose total de 4.800.000 UI, o treponema pode se alojar no SNC, onde a penicilina benzatina pode não alcançar níveis treponemicidas.
Desta forma,quando nos pacientes com sífilis adquirida recente (SAR), principalmente nos co-infectados pelo HIV, houver persistência de alterações no LCR [aumento de celularidade (linfócitos e plasmócitos), aumento de proteínas, prova de Wassermann, VDRL, FTA-ABS, ELISA-IGg, TPHA] após 6 meses do tratamento com penicilina benzatina, é aconselhável a utilização de terapêutica suplementar com drogas que atinjam, no SNC, níveis trponemicidas.
- PENICILINA G CRISTALINA 3 a 4.000.000 UI, EV, 4/4h, por 10 a 14 dias
ou
- PENICILINA G PROCAÍNA 2.400.000 UI, IM, dose única + PROBENECIDA 500mg, VO, 6/6h, por 10 a 14 dias.
- exame clínico e VDRL após 3, 6, 12 e 24 meses de tratamento ( em pacientes HIV+: 3, 6, 9, 12, 18 e 24 meses). Celularidade do LCR a cada 6 meses e VDRL anual por 5 anos.
Esquemas alternativos:
- AMOXICILINA 2g, VO, 8/8 horas + PROBENECIDA 500mg, VO, 6/6 horas; durante 14 dias.
- DOXICILINA 100mg, VO, 12/12h, por 30 dias.
- CLORANFENICOL 2g, EV (500mg 6/6h); ou 500mg VO 6/6h, por 30 dias.
- CEFTRIAXONA 1g, IM por dia; durante 14 dias
SÍFILIS (congênita)
- devem ser dessensibilizados e tratados com penicilina.
- PENICILINA G CRISTALINA 50.000 UI/kg, EV, 12/12h, por 10 a 14 dias
ou
- PENICILINA G PROCAÍNA 50.000 UI/kg, IM, dose única diária, por 10 a 14 dias.
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